Meu falecido avô sempre podava as roseiras de seu quintal, objetivo; renovar. Retirava-se os galhos velhos que cresciam sem destino e não produziria nenhuma flor. Meu velho pai sempre podava as covas de abóboras em seus abobrais, objetivo; aumentar o número e tamanho de frutos por cova. Quando plantava Maracujá também podei minhas parreiras, a primeira poda era para dar força para as ramas andarem mais, a outra era quando as ramas se encontrava, objetivo; dar força ao caule e suas guias. Na horta os pés de couve e mostarda também recebem suas podas e por aí vai a relação do homem e o cultivo das plantas sejam para nos alimentar, ornamentar ou perfumar. Deus faz o mesmo conosco. Nos poda, quando estamos e indo para caminhos errados, quando nos tornamos um galho improdutivo, quando precisamos dar mais frutos, quando nossa vistosa copa precisa crescer de forma ordenada. Tristemente podemos ser podados naturalmente, quando nossos galhos morrem por falta da incidência de luz. Deus sabe o que faz, cuida de nós como um jardineiro cuida de seu jardim, nos rega, revolve, alimenta com os adubos, e se for necessário nos poda, objetivo;Renovar, frutificar, perfumar. A poda favorece o crescimeto. Amém.
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