Hoje no início da manhã bem pela manhãzinha,estava na estrada já a trabalho lembrando de um amigo, que há tempos nos conhecemos e para ser sincero não sei o nome; estranho isso mas é real, como se pode ter um amigo que não se sabe o nome, pois é fazer o que?? é assim. Quando eu tocava nas Missas de quinta-feiras na Matriz ele sempre estava lá e de um jeito muito diferente, descalço, de bermuda, entrava na fila da Comunhão ajoelhava-se e sempre que por mim passava com um olhar generoso me olhava. Para muitos um louco, para as beatas um herége. Não importa !!Deus apenas via seu coração. O tempo foi passando e numa tarde de domingo ele chegou em Missa no Sítio Bom Pastor, do mesmo jeito assim chegou e lá aprofundamos nossa amizade pois ali passou a ir frequentemente, e numa dessas visitas me disse ter perdido um filho para as drogas e em outra disse uma das frases que marcou a minha história no Sítio, quando em uma noite fria disse a Padre Quinha no final da Celebração: Que éramos felizes, o Sítio era feliz, porque o Sítio, Pe. Quinha e todos nós éramos Marianos e ali estava o amor de Maria. Próxima vez que com ele encontrar vou lembrá-lo desta história e lembrar de saber o seu nome que até hoje não sei e digo até quem sabe ele também não deve saber o meu, só para ilustrar!! pois todas as vezes que conversamos sob o olhar de Maria, Jesus via o Coração. Amém.
Jesus caminhava ensinando seus discípulos que caminharam e sua Igreja chegou até hoje. Peregrinar é cruzar os montes, vales e montanhas. Desbravar se necessário,um caminheiro que anda por aí sem querer parar.
terça-feira, 21 de maio de 2013
domingo, 10 de março de 2013
Ainda bem que não comeu com os porcos.
Toda vez que deparamos com o Evangelho do Filho Pródico temos muitas reflexões. A primeira do filho que se desliga do convívio de sua família, gastando todo o dinheiro que um dia seu pai lhe deixaria, depois o arrependimento do filho e a coragem do filho de voltar, então vem o olhar misericordioso do pai a sua espera e logo então o perdão, daí surge a não compreensão do irmão gerando sentimentos de revolta e inveja contornados pelo carinho do pai, até então a festa de um pai ver seu filho de volta a sua casa. Só que tudo isso aconteceu porque o jovem rapaz não comeu com os porcos, porque se ele come poderia acomodar-se naquela situação e nunca mais voltar. Quem é que nunca deparou em sua vida uma situação parecida com esta: Alguns tem a coragem de voltar a casa do Pai e pedir perdão, renunciar e reparar seus erros na humildade do filho que pede apenas para ser um de seus servos. Outros infelizmente se contentam em viver nas porcarias que o mundo oferece á lambuzar. Amém.
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