O vento e sua poética relação com o homem, quantas canções e poesias relacionam este contato tão íntimo de um caminheiro. O Caminheiro sempre em seus depara com seu companheiro vento, ora vem tempestades e redemoinhos que por vezes nos amedronta com sua força e violência mas também lança mesmo que na brutalidade sementes a distâncias inimagináveis a brotar. Nos caminhos também nos resfrecamos com a suave brisa que passa como passe de mágica mudando toda a sensação de um determinado lugar. Há também um irritante vento frio que nos faz pecar com as constantes murmurações e dentre tantos outros o vento do sopro do Espírito Santo que coordena nossos passos e direções para que não entremos em atalhos e sempre sigamos os caminhos mostrados por Jesus. Não deixe os ventos dos atribulados dias tirar a sua atenção do foco que é Cristo, pois este mesmo nos espera na carona de um pé de vento nossa chegada as bordas do céu. Durante todos estes anos a humanidade testemunha que as palavras de Cristo não se perde pelo vento. Amém.
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