segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Quietude.

         Santo Antonio de Santana Galvão, o Frei Galvão nosso primeiro Santo brasileiro, gostava de rezar em um banquinho de madeira em cômodo na quietude de um convento. Ao ir a cidade de Santana do Deserto - MG lembrei de Frei Galvão, pela quietude da cidade e  pela sua devoção a Santa Ana. Aproveitei e também levei na bagagem Pílulas de Frei Galvão e sua novena. para o povo. A quietude da praça só desaparecia quando os meninos de bicicleta passavam brincando de polícia e ladrão. Lá também tem um sino que ao badalar lembra a canção dedicada a Frei Galvão que diz: Os sinos tocam chamando seu povo amado...... e assim vai!! Nós caminheiros também chegamos com quietude e minoridade, até a hora de profetizar, proclamar o nome do Senhor com o nosso chamado de tocar nas Missas,onde principalmente não existe músicos e por incrível que pareça lá não tem. O que me levou a chegar lá, não foi a quitude e sim a INQUIETUDE  da paz de Cristo, que me tocou e mandou que segui-se a uma cidade que posso dizer não conhecer ninguém e dizer: posso tocar!!! Nenhuma ação de Deus é sem propósito, um sim, um não, um adeus. Ser profeta qualquer  um pode ser, proclame  Jesus Cristo e deixe que ele te capacite porém não ache que é moleza, é preciso estar ungido, protegido, envolvido pela oração. Orar te traz a quietude,  o agir te inquieta. Amém. 

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